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Qual a Melhor Guitarra de 7 Cordas? 10 Modelos Testados para Metal e Shred

Beatriz Silveira
Beatriz Silveira

· 11 min de leitura

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9 itens

Escolher uma guitarra de 7 cordas que combine com seu estilo de tocar pode ser um desafio. Se você busca versatilidade para metal, precisão para shred ou um som profundo para jazz, o modelo certo faz toda a diferença.

Neste guia, analisamos 10 guitarras de 7 cordas, avaliando construção, som, ergonomia e custo-benefício para te ajudar a decidir qual comprar. Vamos direto ao ponto: qual delas se encaixa melhor no seu som e orçamento?

O que Procurar na Melhor Guitarra de 7 Cordas?

Antes de comprar uma guitarra de 7 cordas, é fundamental entender o que cada característica oferece para o seu estilo de tocar. A escolha da escala, do tipo de corpo, da ponte e até das madeiras usadas impactam diretamente no som e na ergonomia. Para metal e shredders, por exemplo, o peso da guitarra e a resposta das cordas são essenciais. Guitarras multi escala são ideais para quem quer tensão uniforme em todas as cordas, enquanto modelos de escala curta oferecem maior velocidade e conforto para solos rápidos. Confira os pontos-chave que você deve considerar antes de investir.

  • Escala: curta, longa ou multi escala. Escalas curtas oferecem maior velocidade para solos, enquanto escalas longas proporcionam som mais encorpado e tensão uniforme. Guitarras multi escala equilibram essas características, sendo ideais para metal e shred.
  • Corpo: modelos em mogno ou alder entregam som mais quente e médio, enquanto o freixo e o ash são mais neutros. Para metal, corpos mais pesados reduzem feedback, mas podem cansar o braço em shows longos.
  • Ponte: bridges fixas são mais estáveis e entregam sustain superior, enquanto Floyd Roses são perfeitas para técnicas de vibrato e dive bombs, mas exigem manutenção constante.
  • Madeira do braço: maple oferece brilho e sustain, enquanto o mahogany traz menos brilho e mais corpo. O tipo de madeira afeta diretamente a projeção do som e a resposta das cordas.
  • Encordoamento: opte por encordoamentos de calibre médio para metal e extra-grosso para drop tunings. Guitarras de 7 cordas geralmente vêm com encordoamentos de fábrica adequados para drop A ou drop B, mas é comum trocá-los por modelos mais resistentes.
  • Ergonomia: verifique o corte no corpo e o peso. Guitarras como as Ibanez GRG7221 são leves e confortáveis para longas sessões, enquanto modelos como a Jackson Dinky JS22-7 são mais robustos e pesados.
  • Preço: guitarras de entrada custam entre R$1.500 e R$3.000, enquanto modelos profissionais ultrapassam os R$10.000. Considere o custo-benefício com base no seu nível de habilidade e frequência de uso.

1. Jackson Dinky Arch Top JS22-7 Satin Black

A Jackson Dinky Arch Top JS22-7 Satin Black é a escolha perfeita para quem busca uma guitarra de 7 cordas com visual agressivo e preço acessível. Seu corpo em basswood, braço em maple com escala em jacarandá e captadores humbuckers Jackson 7-String oferecem um som equilibrado, ideal para metal e shred. A ponte fixa Jackson 2-point é estável e fácil de ajustar, dispensando a manutenção constante de uma Floyd Rose.

Este modelo se destaca pela ergonomia e peso leve, permitindo longas sessões de prática sem fadiga. A escala em jacarandá proporciona resposta rápida para solos, enquanto o braço fino facilita a execução de técnicas como sweep picking e tapping. Para quem busca uma guitarra de 7 cordas confiável e com som agressivo sem gastar muito, a JS22-7 é uma ótima opção. No entanto, o acabamento satinado e a madeira do corpo não entregam a mesma projeção de modelos premium, mas isso é esperado pelo preço.

Prós

  • Preço acessível para uma guitarra de 7 cordas de qualidade.
  • Corpo leve e ergonomia confortável para longas sessões.
  • Som equilibrado para metal e shred, com captadores humbuckers potentes.
  • Ponte fixa estável, ideal para quem não quer manutenção constante.

Contras

  • Madeiras básicas limitam a projeção e sustain em comparação com modelos premium.
  • Acabamento satinado pode desgastar com o tempo.
  • Não é ideal para drop tunings extremos como drop A ou drop B sem trocar as cordas.

2. Cort KX307 MS Multi Scale Open Pore Mahogany

A Cort KX307 MS Multi Scale Open Pore Mahogany é a opção ideal para quem busca tensão uniforme em todas as cordas sem abrir mão do conforto. Seu design multi escala, com escala longa na corda grave e curta na aguda, equilibra tensão e conforto, sendo perfeita para drop tunings como drop A ou drop B. O corpo em mogno e o braço em maple com escala em pau-ferro entregam um som quente e encorpado, ideal para metal progressivo e jazz fusion.

Este modelo é especialmente indicado para guitarristas que tocam em drop tunings, pois a tensão das cordas é mais uniforme, reduzindo a necessidade de ajustes frequentes. A ponte fixa Cort é estável e oferece excelente sustain, enquanto o acabamento open pore realça a textura natural da madeira. No entanto, a multi escala pode ser um desafio para quem está acostumado com escalas tradicionais, exigindo adaptação no posicionamento das mãos.

Prós

  • Design multi escala oferece tensão uniforme em todas as cordas.
  • Corpo em mogno entrega som quente e corpo, ideal para metal progressivo.
  • Ponte fixa estável e excelente sustain.
  • Acabamento open pore realça a beleza natural da madeira.

Contras

  • Multi escala pode ser estranha para guitarristas acostumados a escalas tradicionais.
  • Preço mais elevado em comparação com modelos de entrada.
  • Peso elevado pode cansar em longas sessões.

3. Ibanez GRG7221 GIO

A Ibanez GRG7221 GIO é a guitarra de 7 cordas mais popular para quem busca versatilidade e preço acessível. Seu corpo em basswood, braço em maple com escala em jacarandá e captadores humbuckers Infinity 7 são uma combinação vencedora para metal, shred e até mesmo jazz fusion. A ponte fixa é estável e fácil de ajustar, enquanto o peso leve e a ergonomia garantem conforto em longas sessões.

Este modelo é ideal para guitarristas iniciantes e intermediários que buscam uma guitarra confiável e com som agressivo. A escala fina e o braço curto facilitam a execução de técnicas rápidas como sweep picking e tapping. No entanto, por ser um modelo de entrada, as madeiras e os captadores não entregam a mesma projeção e clareza de modelos premium, mas isso é esperado pelo preço.

Prós

  • Preço acessível e boa relação custo-benefício.
  • Corpo leve e ergonomia confortável para longas sessões.
  • Som versátil para metal, shred e jazz fusion.
  • Escala fina e braço curto facilitam técnicas rápidas.

Contras

  • Madeiras básicas limitam a projeção e sustain.
  • Captadores Infinity 7 podem soar um pouco artificiais em comparação com modelos premium.
  • Não é ideal para drop tunings extremos sem trocar as cordas.

4. Ibanez RG7421 Walnut Flat WNF

A Ibanez RG7421 Walnut Flat WNF é a escolha certa para quem busca um som mais encorpado e uma construção premium sem gastar uma fortuna. Seu corpo em nogueira e o braço em maple com escala em jacarandá entregam um som mais quente e projetado, ideal para metal e shred. Os captadores humbuckers Quantum 7 são potentes e claros, enquanto a ponte fixa é estável e fácil de ajustar.

Este modelo é perfeito para guitarristas intermediários que buscam um upgrade em relação aos modelos de entrada da série GIO. O acabamento walnut flat realça a beleza natural da madeira, enquanto o braço fino e a escala curta facilitam a execução de técnicas rápidas. No entanto, por ser um modelo de corpo sólido, o peso é um pouco maior em comparação com a série GIO, mas ainda confortável para longas sessões.

Prós

  • Corpo em nogueira entrega som mais quente e projetado.
  • Captadores Quantum 7 oferecem som potente e claro.
  • Ponte fixa estável e fácil de ajustar.
  • Acabamento walnut flat realça a beleza natural da madeira.

Contras

  • Peso um pouco maior em comparação com a série GIO.
  • Preço mais elevado em relação aos modelos de entrada.
  • Não é ideal para drop tunings extremos sem trocar as cordas.

5. Ibanez RG MS7 BK Multi Escala

A Ibanez RG MS7 BK Multi Escala é a opção premium para quem busca tensão uniforme e som equilibrado em todas as cordas. Seu design multi escala, com escala longa na corda grave e curta na aguda, garante tensão uniforme, ideal para drop tunings como drop A ou drop B. O corpo em basswood e o braço em maple com escala em jacarandá entregam um som versátil, enquanto os captadores humbuckers Infinity 7 são potentes e claros.

Este modelo é perfeito para guitarristas avançados que buscam um instrumento premium para metal progressivo e técnicas avançadas. A ponte fixa é estável e oferece excelente sustain, enquanto a multi escala proporciona conforto ergonômico. No entanto, o preço elevado e o peso um pouco maior podem ser um desafio para quem busca uma guitarra para uso casual.

Prós

  • Design multi escala oferece tensão uniforme em todas as cordas.
  • Corpo em basswood e braço em maple entregam som versátil.
  • Captadores Infinity 7 oferecem som potente e claro.
  • Ponte fixa estável e excelente sustain.

Contras

  • Preço elevado em comparação com modelos de entrada e intermediários.
  • Peso um pouco maior, podendo cansar em longas sessões.
  • Multi escala pode ser estranha para guitarristas acostumados a escalas tradicionais.

6. Jackson JS22-7 RR SBK Satin Black

A Jackson JS22-7 RR SBK Satin Black é a versão mais agressiva da série JS22-7, com um visual de raios e som potente para metal extremo. Seu corpo em basswood, braço em maple com escala em jacarandá e captadores humbuckers Jackson 7-String oferecem um som equilibrado e agressivo, ideal para metal e shred. A ponte fixa Jackson 2-point é estável e fácil de ajustar, dispensando a manutenção constante de uma Floyd Rose.

Este modelo é perfeito para guitarristas que buscam um som agressivo e um visual marcante. A escala em jacarandá proporciona resposta rápida para solos, enquanto o braço fino facilita a execução de técnicas como sweep picking e tapping. No entanto, como outros modelos da série JS22, as madeiras básicas limitam a projeção e sustain, mas isso é esperado pelo preço.

Prós

  • Visual agressivo com design de raios.
  • Som equilibrado e agressivo para metal e shred.
  • Ponte fixa estável e fácil de ajustar.
  • Preço acessível para uma guitarra de 7 cordas de qualidade.

Contras

  • Madeiras básicas limitam a projeção e sustain.
  • Acabamento satinado pode desgastar com o tempo.
  • Não é ideal para drop tunings extremos sem trocar as cordas.

7. Ibanez Universo Impressão em Escala Completa

A Ibanez Universo Impressão em Escala Completa é a escolha definitiva para quem busca um som encorpado e uma construção premium. Seu corpo em basswood, braço em maple com escala em pau-ferro e captadores humbuckers DiMarzio Air Norton e Tone Zone oferecem um som equilibrado e projetado, ideal para metal, jazz fusion e até mesmo clean tones. A ponte fixa é estável e oferece excelente sustain.

Este modelo é perfeito para guitarristas avançados que buscam um instrumento versátil e de alta qualidade. A escala em pau-ferro proporciona resposta rápida e sustain superior, enquanto o corpo em basswood entrega um som equilibrado e projetado. No entanto, o preço elevado e o peso um pouco maior podem ser um desafio para quem busca uma guitarra para uso casual.

Prós

  • Som equilibrado e projetado, ideal para metal e jazz fusion.
  • Corpo em basswood e braço em maple entregam construção premium.
  • Captadores DiMarzio Air Norton e Tone Zone oferecem som de alta qualidade.
  • Ponte fixa estável e excelente sustain.

Contras

  • Preço elevado em comparação com modelos de entrada e intermediários.
  • Peso um pouco maior, podendo cansar em longas sessões.
  • Não é ideal para drop tunings extremos sem trocar as cordas.

8. Thomaz TEG 340 SG Azul Madeira Maciça

A Thomaz TEG 340 SG Azul Madeira Maciça é uma opção brasileira que chama atenção pelo visual único e construção sólida. Seu corpo em mogno, braço em maple com escala em jacarandá e captadores humbuckers Thomaz oferecem um som quente e encorpado, ideal para rock e metal. A ponte fixa é estável e oferece excelente sustain, enquanto o acabamento em azul realça a personalidade do instrumento.

Este modelo é perfeito para quem busca uma guitarra com personalidade e som único. A escala em jacarandá proporciona resposta rápida para solos, enquanto o corpo em mogno entrega um som quente e projetado. No entanto, por ser um modelo brasileiro, a disponibilidade de peças e assistência técnica pode ser limitada em comparação com marcas internacionais.

Prós

  • Som quente e encorpado, ideal para rock e metal.
  • Corpo em mogno e braço em maple oferecem construção sólida.
  • Visual único com acabamento em azul.
  • Ponte fixa estável e excelente sustain.

Contras

  • Disponibilidade de peças e assistência técnica limitada no Brasil.
  • Preço mais elevado em comparação com modelos de entrada internacionais.
  • Captadores Thomaz podem não entregar a mesma clareza de modelos premium.

9. Tagiama TW Series TW-55 Pearl White

A Tagiama TW Series TW-55 Pearl White é uma opção acessível para quem busca uma guitarra de 7 cordas com visual elegante e construção sólida. Seu corpo em basswood, braço em maple com escala em jacarandá e captadores humbuckers oferecem um som equilibrado e versátil, ideal para metal, rock e até mesmo funk. A ponte fixa é estável e fácil de ajustar, enquanto o acabamento pearl white realça a beleza do instrumento.

Este modelo é perfeito para guitarristas iniciantes e intermediários que buscam uma guitarra confiável e com som versátil. A escala em jacarandá proporciona resposta rápida para solos, enquanto o corpo em basswood entrega um som equilibrado. No entanto, como outros modelos de entrada, as madeiras básicas limitam a projeção e sustain, mas isso é esperado pelo preço.

Prós

  • Preço acessível e boa relação custo-benefício.
  • Corpo em basswood e braço em maple oferecem construção sólida.
  • Som versátil para metal, rock e funk.
  • Acabamento pearl white realça a beleza do instrumento.

Contras

  • Madeiras básicas limitam a projeção e sustain.
  • Captadores podem soar artificiais em comparação com modelos premium.
  • Não é ideal para drop tunings extremos sem trocar as cordas.

Comparativo: Escala Curta vs Escala Longa vs Multi Scale

A escolha entre escala curta, escala longa ou multi escala depende do seu estilo de tocar e das suas preferências ergonômicas. Escalas curtas, como as encontradas nas Ibanez GRG7221, são ideais para shredders que buscam velocidade e conforto em solos rápidos. A tensão das cordas é menor, facilitando a execução de técnicas como tapping e legato.

Escalas longas, como as das Jackson JS22-7, oferecem maior tensão e sustain, ideal para metal e drop tunings. O som é mais encorpado e projetado, mas a ergonomia pode ser menos confortável para longas sessões. Guitarras multi escala, como a Cort KX307 MS, equilibram tensão uniforme e conforto ergonômico, sendo perfeitas para quem toca em drop tunings como drop A ou drop B.

  • Escala curta: ideal para shredders que buscam velocidade e conforto. Tensão menor facilita técnicas rápidas, mas pode limitar a projeção do som.
  • Escala longa: ideal para metal e drop tunings. Maior tensão e sustain, mas ergonomia pode ser menos confortável.
  • Multi escala: ideal para quem busca tensão uniforme e conforto ergonômico. Equilibra as vantagens das escalas curta e longa, mas pode ser estranha para quem está acostumado a escalas tradicionais.

Cordas para Guitarra de 7 Cordas: Como Escolher?

As cordas são um dos componentes mais importantes para o som e a execução de uma guitarra de 7 cordas. Para metal e drop tunings, opte por encordoamentos mais grossos, como 10-56 ou 11-58. Esses calibres oferecem maior tensão e resistência, ideal para afinações como drop A ou drop B. Para jazz fusion ou sons mais limpos, calibres médios como 9-46 ou 10-46 são mais adequados.

Guitarras de 7 cordas geralmente vêm com encordoamentos de fábrica adequados para drop B ou drop A, mas é comum trocá-los por modelos mais resistentes como as D'Addario NYXL ou Ernie Ball Cobalt. A tensão das cordas afeta diretamente o conforto na execução e a projeção do som, por isso é importante escolher um calibre que se adapte ao seu estilo de tocar.

  • Calibre 9-46 ou 10-46: ideal para jazz fusion ou sons limpos. Oferece menor tensão e facilita a execução de bends e vibratos.
  • Calibre 10-56 ou 11-58: ideal para metal e drop tunings. Maior tensão e resistência, ideal para afinações como drop A ou drop B.
  • Cordas com revestimento: como as Elixir Nanoweb ou D'Addario EXP, oferecem maior durabilidade e resistência à ferrugem, mas podem afetar o brilho do som.

Perguntas Frequentes

Qual a melhor guitarra de 7 cordas para metal extremo?

Para metal extremo, guitarras como a Jackson JS22-7 RR SBK ou a Ibanez RG7421 Walnut Flat WNF são as melhores opções. Ambas oferecem som agressivo, construção sólida e ponte fixa estável para técnicas como dive bombs e tremolo picking.

Qual a diferença entre uma guitarra de escala curta e uma de escala longa?

Guitarras de escala curta, como as Ibanez GRG7221, oferecem maior velocidade e conforto para solos rápidos, mas com menor tensão e sustain. Guitarras de escala longa, como as Jackson JS22-7, oferecem maior tensão e sustain, ideal para drop tunings e metal, mas podem ser menos confortáveis para longas sessões.

Posso usar uma guitarra de 7 cordas para jazz ou sons limpos?

Sim, guitarras como a Ibanez Universo Impressão ou a Cort KX307 MS são versáteis o suficiente para jazz ou clean tones. No entanto, a projeção do som pode ser limitada em comparação com guitarras dedicadas a esses estilos.

Qual o melhor encordoamento para uma guitarra de 7 cordas de metal?

Para metal, encordoamentos mais grossos como 10-56 ou 11-58 são ideais. Esses calibres oferecem maior tensão e resistência, ideal para afinações como drop A ou drop B. Cordas como as D'Addario NYXL ou Ernie Ball Cobalt são excelentes opções.

Qual a melhor ponte para uma guitarra de 7 cordas de metal?

Para metal, pontes fixas como a Jackson 2-point ou a Cort são as melhores opções. Elas oferecem estabilidade e excelente sustain, ideal para técnicas agressivas como dive bombs e tremolo picking. Floyd Roses são ideais para vibrato, mas exigem manutenção constante.

Qual a diferença entre uma guitarra multi escala e uma de escala tradicional?

Guitarras multi escala, como a Cort KX307 MS, oferecem tensão uniforme em todas as cordas, ideal para drop tunings. Guitarras de escala tradicional, como as Ibanez GRG7221, oferecem som mais equilibrado, mas com tensão desigual entre as cordas.

Qual a melhor guitarra de 7 cordas para um iniciante?

Para iniciantes, guitarras como a Ibanez GRG7221 GIO ou a Jackson Dinky Arch Top JS22-7 são as melhores opções. Ambas oferecem preço acessível, construção sólida e som versátil para praticar metal e shred.

Posso tocar drop tunings em uma guitarra de 7 cordas de entrada?

Sim, mas é recomendado trocar as cordas por encordoamentos mais grossos como 10-56 ou 11-58. Guitarras de entrada como a Ibanez GRG7221 ou a Jackson JS22-7 são adequadas para drop B, mas podem não oferecer a mesma estabilidade em drop A ou tunings mais extremos.

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